quarta-feira, 3 de junho de 2009

Motorhead - Ace of Spades (1980)


Começo, pedindo desculpas pra galera pela demora, mas é que tava rolando uma reforma na gerência da birosca aqui, e agora tudo resolvido: Eu (barba) e o Costeleta que vamos trazer semanalmente nosso querido roquenrou aqui pressa espelunca!

E pra começar isso aqui quebrando o pau, nada mais nada menos que Motorhead, banda liderada pelo Lemmy Kilmister, peça rara da cena de rock internacional.O disco em questão é o quarto da banda, e simplesmente um clássico, faixas como Ace of spades, love me like a reptile, fire fire, são hinos por todo lugar que esses caras passam.

Com certeza influenciaram toda uma geração posterior, com seus riffs rápidos e pesados, sendo considerados as vezes uns dos pais do heavy metal, mas reproduzindo o que próprio Lemmy diz, eles tocam é roquenrou mermo, e da melhor qualidade.

Tracks:
1. "Ace of Spades" – 2:49
2. "Love Me Like a Reptile" – 3:23
3. "Shoot You in the Back" – 2:39
4. "Live to Win" – 3:37
5. "Fast and Loose" – 3:23
6. "(We Are) The Road Crew" – 3:12
7. "Fire Fire" – 2:44
8. "Jailbait" – 3:33
9. "Dance" – 2:38
10."Bite the Bullet" – 1:38
11."The Chase Is Better Than the Catch" – 4:18
12."The Hammer" – 2:48
13."Dirty Love"
14."Please Don't Touch" (Johnny Kidd, Guy Robinson)
15."Emergency" (Kim McAuliffe, Kelly Johnson, Enid Williams, Denise Dufort)


Membros:
* Lemmy (Ian Kilmister) – bass, lead vocals
* "Fast" Eddie Clarke – guitar, lead vocals on "Emergency"
* Phil "Philthy Animal" Taylor – drums

BAIXE AQUI




Agora, pra galera barbuda, se liguem no modelito do Lemmy, e aí, vai encarar? haha








quarta-feira, 27 de maio de 2009

Batmobile - Bail was set at $6.000.000 (1988)


Bom, já tava na hora de postar um psychobilly na barbearia. Então pra começar vou postar Batmobile, que ao lado de bandas como Meteors, Sharks, entre outras, em meados da década de 80 popularizaram o gênero. Posto aqui o álbum: “Bail was set at $6.000.000”, que pode não ser o melhor deles, mas foi o um dos primeiros álbuns com que tive contato quando comecei a curtir rockabilly e suas vertentes.

O psychobilly pode ser definido como um gênero que mistura rockabilly americano da década de 50 com punk rock do final dos anos 70. O gênero também é caracterizado pelas referências à filmes de terror e assuntos como violência, sexualidade lúgubre (sombria) e outros tópicos geralmente considerados tabus, embora apresentados de forma cômica e corajosa. A primeira banda considerada psychobilly foi a Meteors, formada no sul de Londres em 1980.

Batmobile é uma banda holandesa, formada em 1983. Pelos irmãos Jeroen Haamers (guitarra), Eric Haamers (baixo acústico) e Johnny Zuidhof (bateria). Jeroen e Johnny eram colegas de escola na época e eram os únicos rockabillies da cidade, depois de alguns ensaios tocando covers de artistas como Johnny Burnette e Elvis, chamaram Eric que emprestou o baixo acústico de um amigo e nunca mais devolveu. Daí pra frente começaram a fazer um rockabilly mais rápido e enérgico que o normal, influenciados pelo punk da época. A banda sempre teve um repertório com letras influenciadas por filmes B, horror, mulheres e muito humor. Devido a esse estilo e letras das músicas, em 1997 a banda larga mão do termo psychobilly e cria seu estilo próprio: Rock’n’Roll B-music. Em 2000 anunciaram o final da banda, mas em 2003 voltaram à ativa e continuam até hoje.

Dentre as várias músicas boas do álbum, particularmente acho do caralho: “Gates of Heaven”, “Calamity Man” e “Ace of Spades” (cover de Motorhead).

Tracklist:
1 - Kiss Me Now
2 - Magic World Called Love
3 - Can't Find My Way Back Home
4 - Mystery Street
5 - Calamity Man
6 - Shoot, Shoot
7 - Gorilla Rock
8 - Gates Of Heaven
9 - Girls Girls Girls
10 - Hang On
11 - 100 Pounds Of Trouble
12 - Ace Of Spades

Fontes:


Costeleta

segunda-feira, 25 de maio de 2009

King Crimson - In The Court Of The Crimson King (1969)


Aqui vai pra vocês o melhor do progressivo, King Crimson, no primeiro album de 1969, as músicas desse disco são uma doidera só, uma mistura de jazz, blues, e um peso do nosso querido roquenrou, que fazem desta banda um dos expoentes do rock e de uma abordagem mais psicodélica na música...

No mais, taí Túlio e Fred, acho que eu pareço mais com a capa do The Court of the King Crimson hein? hahaha, essa napinha aí me é familiar.

Pra finalizar então, eu destaco a primeira faixa 21st Century Schizoid Man, que foi a música pelo qual conheci o som dos caras.

Tracks:
1. "21st Century Schizoid Man" (Fripp/McDonald/Lake/Giles/Sinfield) 7:20, including:
* "Mirrors"
2. "I Talk to the Wind" (McDonald/Sinfield) 6:05
3. "Epitaph" (Fripp/McDonald/Lake/Giles/Sinfield) 8:47, including:
* "March for no Reason"
* "Tomorrow and Tomorrow"
4. "Moonchild" (Fripp/McDonald/Lake/Giles/Sinfield) 12:11, including:
* "The Dream"
* "The Illusion"
5. "The Court of the Crimson King" (McDonald/Sinfield) 9:22, including:
* "The Return of the Fire Witch"
* "The Dance of the Puppets"

Membros:
* Robert Fripp (guitarra)
* Ian McDonald (sopros, mellotron, teclados, vocais de apoio)
* Greg Lake (baixo, vocal)
* Michael Giles (bateria, percussão, vocais de apoio)
* Peter Sinfield (letras e iluminação)

Stevie Ray Vaughan - Texas Flood (1983)


Estava eu ouvindo nada mais nada menos que Stevie Ray Vaughan nesta manhã de segunda feira, quando decidi que não podia faltar blues nesta birosca, afinal, the blues had a baby and they call it rock and roll!

Bom, isto aqui é simplesmente um clássica da música, quando se leva em consideração que este cara foi um dos guitarristas mais talentosos que já existiram.Afinal quem nunca ouviu pride and joy? ou se quer nunca teve vontade de solar texas flood? ou teve curiosidade pra que saber porque diabos a mary tinha um carneirinho? haha

Eu já perdi as contas quantas vezes eu já passei minhas manhãs ouvindo esse cara, então pra todos os barbudos de bobeira, baixa logo, porque é do caralho!

Tracks:
1. "Love Struck Baby" – 2:19
2. "Pride and Joy" - 3:39
3. "Texas Flood" – 5:21
4. "Tell Me" – 2:48
5. "Testify" – 3:20 *
6. "Rude Mood" – 4:36
7. "Mary Had a Little Lamb" – 2:46
8. "Dirty Pool" – 4:58
9. "I'm Cryin'" – 3:41
10. "Lenny" – 5:00

Membros:
* Stevie Ray Vaughan - guitar and vocals
* Chris Layton - drums
* Tommy Shannon - bass

sábado, 23 de maio de 2009

Titãs - Cabeça Dinossauro (1986)


Cabeça dinossauro! cabeça cabeça cabeça dinossauro! pança de mamute! pança pança pança! pança de mamute! espiríto de porco! espiríto de porco! espiríto de porco!

Isto sim é roquenrou brasileiro, nada mais nada menos que os titãs no terceiro álbum de estúdio, lançado em 1986, agora com uma pegada bem mais punk rock, os caras dão uma mudada no som, botam um peso a mais em relação aos dois álbuns anteriores, e vão firmes contra a ditadura também, criticando instituições como a igreja, a polícia e o próprio estado.Isso é um clássico de deixar o moicano em pé( apesar de contar com umas faixas que tem uma influência ainda funk e reggae) não há dúvidas que este disco influenciou bastante os rumos do rock brasileiro.

Tracks:
1. "Cabeça Dinossauro" (Arnaldo Antunes, Branco Mello, Paulo Miklos) – 2:20
2. "AA UU" (Marcelo Fromer, Sérgio Britto) – 3:01
3. "Igreja" (Nando Reis) – 2:48
4. "Polícia" (Tony Bellotto) – 2:06
5. "Estado Violência" (Charles Gavin) – 3:10
6. "A Face do Destruidor" (Arnaldo Antunes, Paulo Miklos) – 0:34
7. "Porrada" (Arnaldo Antunes, Sérgio Britto) – 2:51
8. "Tô Cansado" (Arnaldo Antunes, Branco Mello) – 2:18
9. "Bichos Escrotos" (Arnaldo Antunes, Sérgio Britto, Nando Reis) – 3:13
10. "Família" (Arnaldo Antunes, Tony Bellotto) – 3:32
11. "Homem Primata" (Ciro Pessoa, Marcelo Fromer, Nando Reis, Sérgio Britto) – 3:27
12. "Dívidas" (Arnaldo Antunes, Branco Mello) – 3:08
13. "O Quê" (Arnaldo Antunes) – 5:40


Membros:
* Arnaldo Antunes: vocal
* Branco Mello: vocal
* Charles Gavin: bateria e percussão
* Marcelo Fromer: guitarra
* Nando Reis: baixo e vocal
* Paulo Miklos: baixo (em "Igreja") e vocal
* Sérgio Britto: teclado e vocal
* Tony Bellotto: guitarra

BAIXE AQUI

Barba


Imelda May - Love Tattoo (2008)


Venho orgulhosamente a essa humilde barbearia hoje, não apenas pra tosar as costeletas, mas também pra postar sobre um álbum que escutei e não consegui mais parar. A artista em questão: Imelda May, que além de gata faz um som muito louco, realmente bem diferente de tudo que já escutei. Ela mistura muito bem rockabilly com jazz e blues, entre outros.

A Imelda é uma cantora irlandesa, nascida na cidade de “The Liberties”, em 1974. Lançou seu primeiro disco em 2003, intitulado de “No Turning Back”, com seu nome de batismo: Imelda Clabby. Sendo remixado e relançado em 2009. Em 2008, lançou esse que posto aqui hoje, Love Tattoo. Acho todas as músicas do caralho, particularmente “Johnny Got A Boom Boom” e “Watcha Gonna Do”.

Ela já dividiu palco com nomes como: Alison Moyet, Dionne Warwick, Bryan Ferry, Anastasia, The Supremes, Sister Sledge, Scissor Sisters, Matt Bianco, Elvis Costello, Jools Holland e Elton John. Em 2009 ganhou o prêmio de melhor cantora pela opinião popular no Music Awards da Irlanda, o “Meteor Music Awards”.

Vale a pena dar uma escutada, provavelmente não vai se arrepender.

Membros da banda:
Imelda May - Vocal / Bodhrán (um instrumento musical de percussão irlandês que assemelha-se a um tamborim).
Al Gare – Baixo Acústico / Baixo elétrico.
Steve Rushton – Bateria.
Darrel Higham – Guitarrra.
Dave Priseman - Trompete / Fliscorne (um instrumento de sopro do grupo dos metais da família dos trompetes ) / Chocalho / Vibraslap / Tamborim.

Tracklist:
01. Johnny Got A Boom Boom
02. Feel Me
03. Knock 123
04. Wid About My Lovin'
05. Big Bad Handsome Man
06. Love Tattoo
07. Meet You At The Moon
08. Smoker's Song
09. Smotherin' Me
10. Falling In Love With You Again
11. It's Your Voodoo Working
12. Watcha Gonna Do

Fontes:


Costeleta

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Casa no Campo

Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa compor muitos rocks rurais
E tenha somente a certeza
Dos amigos do peito e nada mais
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa ficar no tamanho da paz
E tenha somente a certeza
Dos limites do corpo e nada mais
Eu quero carneiros e cabras pastando solenes
No meu jardim
Eu quero o silêncio das línguas cansadas
Eu quero a esperança de óculos
Meu filho de cuca legal
Eu quero plantar e colher com a mão
A pimenta e o sal
Eu quero uma casa no campo
Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapé
Onde eu possa plantar meus amigos
Meus discos e livros
E nada mais..



Esta é uma pequena homenagem de todos os da barbearia ao Zé Rodrix, grande músico brasileiro, que com certeza nos deixou muito mais do que música como lembrança.

O rock rural nunca mais será o mesmo.

Barba